A Alma do negócio é sucesso na capital:
Espetáculo completa um ano em cartaz!!

Fotos do espetáculo
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Veja a entrevista com Cristina Pinho, na JUSTV.

Fernanda Guerra estréia na companhia teatro São Paulo:
Aconteceu na semana passada! Fernanda Guerra estreou neste dia dezenove de janeiro. Nossa amiga, também Fernanda, a Moura, despediu-se da companhia. Ambas no papel de eposa do falecido. Depois de uma bela temporada, Fernada Moura precisou seguir sua carreira por outras paragens, e com certeza, vai deixar saudades.
A companhia já havia substituído o ator Lourimar Vieira, que teve um mal súbito em julho do ano passado e preferiu seguir com seu tratamento. Agora Fernanada Guerra vem somar em nossa companhia, dando um novo impulso para este impactante personagem. Na trama, ela representa a esposa de um mega empresário dos planos de saúde que foi assassinada. Como o espetáculo se dá no momento em que se vela o corpo do empresário, o espírito da esposa, interpretada por Fernanda, aparece para contar sua versão da história e fazer revelações surpreendentes à respeito da vida do morto.
Como este personagem representa um espírito, ela não é vista por todos, e então se estabelece uma engraçada confusão com o resto do elenco que nem imagina a irreal situação criada pelos autores, Carlos Meceni e Murilo D. César.
Se você ainda não assistiu, aproveite para se divertir com o espetáculo que está em cartaz no teatro Ruth Escobar, todas as quintas, 21:30h.
Para a nossas Fernandas.... votos de Sucesso!!
Nosso teaser
Veja o que diz quem já assistiu...

Visite o blog da Agencia FM e veja cobertura do espetáculo:
http://agenciafm.blogspot.com/2011/09/terra-nos-olhos-cobertura.html#links

Veja a entrevista concedida à TV aberta - SP
Autoria: Murilo Dias César e Carlos Meceni
Direção: Carlos Meceni
Realização: Companhia São Paulo de Theatro
Estréia: 19 de janeiro de 2012
Teatro Ruth Escobar - Sala Miriam Muniz
Horário: 21h30
Ingresso: R$ 40 (com meia-entrada)
Todas as quintas-feiras, às 21h30. Até 30 de novembro
Estacionamento:
Serviço de Valet Parking (R$15,00)
Ligue para o teatro e pergunte sobre a promoção via email!!!
Clique no link abaixo e veja como chegar ao teatro Usando Google Maps:
ELENCO:
Fernanda Guerra
Josué Torres
Nina Mancin
Leandra Demarchi
Wolney Feres
Carlos Meceni
DIREÇÃO: Carlos Meceni
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Tereza Xavier
DESENHO DE LUZ: Leandra Demarchi
TRILHA SONORA: Deanmaire Figheira
EFEITOS: Josué Torres
PRODUÇÃO: Companhia São Paulo de Theatro
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Josué Torres e Nina Mancin
CRIAÇÃO GRÁFICA: Fernanda Moura e Josué Torres
FOTOS: Paulo de Tarso
CONCEPÇÃO DO PROJETO: Murilo D. César
SECRETARIA ADMINISTRATIVA: Sheila Nascimento e Lilia Mancin


Há momentos dramáticos que fogem ao nosso cotidiano e em que somos compelidos a fazer um reflexivo inventário de nossa vida. Sentimos então o absurdo de nossas ambições, de nossas vaidades, de nosso arraigado sentimento de posse, de certas atitudes nossas quando estivemos em alguma posição de poder. Nossas decisões, nos mais diversos momentos, foram corretas? Fomos justos ou injustos com um amigo, um subordinado, um irmão, um familiar, que, numa situação difícil, precisou de nossos préstimos?
Nesses momentos não temos poeira, nem muito menos terra nos olhos: enxergamos e/ou sentimos melhor a vida e a nós mesmos... Logo após, nossa visão é tomada novamente pela poeira do cotidiano e até mesmo por “terra nos olhos”. Voltamos a ficar “cegos” ou parcialmente “cegos” pela rotina...
Talvez nenhum desses momentos nesse sentido seja tão significativo para cada um de nós como quando estamos num velório. Ao nos depararmos com o corpo sem vida ali exposto, antevemos a nós mesmos naquela situação e aí surgem as indagações que mencionamos. E é exatamente assim que a intensa ação dramática de TERRA NOS OLHOS se inicia e se desenvolve: num velório, dois homens velam o corpo de um riquíssimo e poderoso empresário. Quem teria sido aquele homem? Como se enriqueceu tanto? Quantas pessoas teria derrubado ou ludibriado para chegar onde chegou? Como exerceu seu poder sobre aqueles dois homens e sobre todos os que lhe foram inferiores hierárquica e socialmente? Afinal, o grande escritor Honoré de Balzac teria mesmo razão quando escreveu que “por detrás das grandes fortunas, há sempre um crime”?
“Uma peça de teatro...”, dizia o grande dramaturgo irlandês, George Bernard Shaw, “...só tem sentido se, ao emocionar ou divertir o público, fizer com que ele reflita sobre a vida, sobre a sociedade ou sobre si mesmo”. Assim, para expressar essa intenção, ao escrever TERRA NOS OLHOS optamos pela tragicomédia surrealista, dentro da linha estética preconizada pelos mestres do surrealismo: Antonin Artaud no teatro, Salvador Dali na pintura e Luis Bunûel no cinema (“Um Cão Andaluz”). Acreditamos que essa nossa opção tenha sido correta, já que o surrealismo - e, sem falsa modéstia, TERRA NOS OLHOS - combinando o abstrato, o nonsense, o irreal, o inconsciente, o onírico, o corrosivo humor de crítica social, têm com objetivo primordial levar o o público a uma profunda reflexão sobre a vida e sobre si mesmo.
Os Autores

Entre em contato: ciasaopaulodetheatro@uol.com.br
